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Maneira segura de soldar Conectores UHF PL259

O Rio DX Group publicou um artigo importante para todos que buscam o aperfeiçoamento contínuo de sua estação de radioamador. Já pensou perder um contato raro ou ficar de fora de um contest porque, de repende, perdeu a recepção ou a ROE da antena está altíssima. Você vai suspeitar que a torre caiu, a antena quebrou, o cabo está cortado, etc… etc… para, no fim, descobrir que era apenas um conector mal feito?

Então, aprenda a maneira certa e segura de instalar um conector UHF PL-259 em um cabo coaxial RG-213.

Mito: “Não Tenho Tempo para o Contest”

Mito: “Não Tenho Tempo para o Contest”

É comum ouvirmos como desculpas por não participar de um contest porque não houve tempo para participar. Certamente os compromissos profissionais, pessoais e familiares tem (e devem ter) absoluta prioridade sobre as nossas atividades no rádio. Mas, entretanto, é um grande erro deixar de participar de um contest porque não teve tempo durante o fim de semana.

Um estudo realizado pelo radioamador alemão Schneider DL8MBS mostra que 90% dos participantes do CQWW SSB 2009 dedicaram menos de 24h ao contest e um terço de todos todos os logs recebidos apresentavam atividade entre 0 e 6h na competição.

Os competidores que realmente dedicaram o fim de semana ao contest, com mais de 30 horas de atividade representaram apenas 6,6% do total de participantes.

Dados compilados por DL8MBS sobre os logs recebidos pelo CQWW SSB 2009:

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Estas estatísticas mostram que participar exige muito pouco do seu tempo. Basta reservar alguns minutos ou poucas horas para fazer alguns contatos e depois enviar seu log para os organizadores.

Atenuador & Pré-Amplificador: Os Melhores Amigos dos DXistas

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A maioria dos transceptores oferece um pré-amplificador e/ou atenuador. Estes recursos estão no painel frontal do rádio e eles estão lá, bem na sua frente, por um bom motivo: devem ser usados constantemente durante sua operação. Você nunca os usou? humm… melhor continuar lendo para aprender como e porque usá-los vai melhor muito seus resultados em contest e no DX.

Sabe aquelas fórmulas cabeludas para explicar algo simples? Tipo essa aqui:

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Esqueça! Neste artigo não vamos usar nenhuma delas…

A fonte de referência para este artigo foi Gary Breed K9AY, que publicou uma matéria no National Contest Journal, edição Nov/Dez 2000 explicando como e porque usar o atenuador e pré-amplificador pode resultar em mais QSOs. Neste artigo, trazemos alguns conceitos e explicações usadas pelo Gary, mas apresentamos de uma forma ainda mais básica para que todos possam entender os conceitos por trás dos controles de ganho disponíveis no receptor.

Como tirar o máximo dos Atenuadores e Pré-amplificadores

Lamentavelmente, não são muitos radioamadores que fazem o melhor uso deste recursos disponíveis na maioria dos transceptores. Os atenuadores e pré-amplificadores estão lá porque os rádios não oferecem uma variação de ganho adequada para todas as situações de recepção encontradas nas bandas. O objetivo deste artigo é explicar porque estas funções que controlam o ganho do receptor são importantes e mostrar como podem ser usadas para alcançar o máximo desempenho que o seu rádio oferece.

Fator #1 – Dynamic Range

O dynamic range é fator mais importante para determinar o desempenho do receptor. Em qualquer avaliação técnica feita pela QST, o dynamic range é o aspecto mais rigorosamente analisado no laboratório da ARRL.

Não vou entrar em detalhes técnicos para definir o que é o dynamic range, mas é importante que você entenda que ele representa a capacidade do receptor de tratar sinais desde níveis fracos iguais ao ruído gerado internamente pelos seus próprios componentes eletrônicos até sinais com níveis tão fortes que causam distorções ou intermodulações na saída de áudio.

Apenas para simplificar e ilustrar melhor o papel do dynamic range, imagine que seu receptor tem um dynamic range ótimo de 90dB, começando com sinais de entrada da ordem de –130dBm. A figura 1 mostra a região do dynamic range na qual um típico transceptor HF de desempenho médio, oferecido atualmente pelo mercado, terá a recepção livre de intermodulação/distorção. Um receptor Top de linha oferece um dynamic range por volta de 140dB, portanto pode receber sinais com variações maiores sem distorcer ou gerar intermodulação no áudio de saída.

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Figura 1) Variação do dynamic range em situações comuns em HF.

O nosso objetivo é controlar a intensidade dos sinais que entram no receptor usando o pré-amplificador e/ou atenuador, de forma que mantenha o receptor sempre trabalhando dentro da variação ótima oferecida pelo dynamic range. Para isso, nós precisamos conhecer a variação de intensidade de sinal esperada nas diversas situações em HF. A figura 1 mostra algumas destas situações mais comuns. Por exemplo, o nível de ruído nas bandas altas são menores que nas bandas baixas.

Vamos começar nas situações encontradas nas bandas altas (acima de 20 metros). Nas bandas altas, o ruído atmosférico é cerca de 30dB mais baixo que em 160 metros. Especialmente em 15 e 10 metros, o ruído de fundo pode ser até menor que o início do dynamic range do receptor. Nestas frequências, nós precisamos adicionar ganho (usando o pré-amplificador) para escutar sinais que estão acima do ruído de fundo da banda, mas ainda estão abaixo da faixa de sensibilidade ótima do rádio (ou seja, do dynamic range). Muitos rádios oferecem 10dB de ganho ao acionar o pré-amplificador, outros oferecem até mais. Se o pré do rádio não for suficiente, pode-se usar um pré-amplificador externo para elevar o nível dos sinais de entrada até chegar ao dynamic range do receptor. Um pré externo pode ser fundamental em estações instaladas em locais remotos com níveis de ruídos excepcionalmente baixos.

Por outro lado, quando as bandas altas estão muito abertas, os níveis de sinais podem ser muito fortes! Se continuarmos com muita pré-amplificação na entrada do receptor quando estes sinais estiverem presentes, nós vamos exceder o limite superior do dynamic range considerado ótimo e vamos gerar intermodulações e distorções que vão atrapalhar a recepção de qualquer sinal na banda.

O desafio é ficar de olho na variação geral dos sinais presentes na banda. Nós temos o impulso de adicionar ganho ao receptor quando vamos ouvir sinais fracos, mas desligar o pré-amplificador (ou mesmo adicionar alguma atenuação ligando o atenuador) evita que nosso receptor seja inundado por intermodulações geradas pelos outros sinais fortes presentes na banda. Em outras palavras, os controles de ganho (atenuador/pré-amplificador) não podem ser “ajustados e esquecidos” nas bandas altas, pois a todo momento as condições de recepção podem mudar, necessitando adicionar ou remover ganho do receptor para obter sua máxima performance.

As bandas baixas exigem atenção especial ao atenuador. A banda de 40 metros é um caso a parte, pois ela pode estar muito silenciosa ou muito ruidosa de um dia para o outro. Além disso, nesta banda estão presentes estações internacionais que transmitem com potências na ordem de megawatts. Assim como nas outras bandas baixas, em 40 metros você nunca vai precisar adicionar ganho (a menos que você esteja usando uma antena de recepção desenhada propositadamente para ser ineficiente, um caso que não se aplica a 99% das estações de radioamador).

Em todas as bandas baixas, a questão é: “Quanta atenuação eu preciso?”.

Da mesma forma que explicamos em relação às bandas altas, nós precisamos considerar a variação dos sinais presentes na banda para inserir apenas a atenuação necessária para eliminar as intermodulações e distorções causadas pelos sinais acima do limite máximo do dynamic range. Entretanto, em 40 metros, a presença das estações broadcasting pode força-lo a inserir tanta atenuação que os sinais fracos seriam perdidos, mas eles seriam pedidos dentro das intermodulações de qualquer forma! Então, as vezes você tem que aceitar alguma intermodulação para ouvir sinais fracos em 40 metros.

Fator #2 – Comportamento do AGC

As bandas de 80 e 160 metros possuem um importante componente formado pelo ruído atmosférico. O ruído de larga escala e naturalmente aleatório é um inimigo ardiloso.

Quando nosso problema é apenas a presença de sinais fortes na banda, nós podemos conviver com algum nível de intermodulação. Mas a intermodulação produzida pela mistura de ruído atmosférico e sinais fortes gera – adivinhe o quê? – mais ruído!

Para combater este tipo de ruído, nós precisamos controlar não somente com a intensidade dos sinais, mas temos que considerar também o comportamento do AGC do nosso receptor.

Usarei uma analogia para explicar o que é e como funciona o AGC. AGC – Automatic Gain Control (Controle Automático de Ganho) – é parecido como o câmbio automático nos carros. Um sistema controla as mudanças de marchas, reduzindo ou aumentando a força do motor automaticamente de acordo com a necessidade do momento.

Da mesma forma, o AGC é um circuito que controla o ganho do receptor, protegendo parte do receptor contra sinais muito fortes. A função do AGC é oferecer uma escuta confortável, não é sua função manter os sinais dentro da zona livre de intermodulação do dynamic range. Quem deve fazer isso é você usando os controles de ganho (ATT & PRÉ).

Quando o AGC está operando, ele reduz o ganho global do nosso receptor, usualmente nos estágio de F.I. (Frequência Intermediária). Nos receptores mais modernos o AGC também atua sobre o front-end dos estágios de RF.

Os métodos usados pelo AGC quase sempre reduzem o dynamic range útil do receptor. Se o nível de ruído é cerca de “S-9”, metade do dynamic range do seu receptor já não está mais disponível. Se nós atenuarmos a entrada do sinal de forma que ele quase não ative o AGC, então teremos quase todo o dynamic range disponível para lidar com os sinais.

Há outro problema em relação ao efeito do ruído sobre o AGC. O AGC reduz o nível médio do sinal com seu período de recuperação relativamente longo, mas o detector do AGC tem um ataque bastante rápido em resposta aos picos de sinal. A presença de ruído atmosférico causa um comportamento desproporcional no AGC, pois o ruído tem picos muito elevados mas com energia média muito baixa. Como resultado, o ruído precisa de muito menos energia para ativar o AGC que os sinais das estações na banda. Quando o ruído é reduzido antes do AGC (por exemplo, usando o atenuador), a melhora da relação sinal/ruído é maior que a quantidade de atenuação.

Humm… ficou um pouco confuso, não foi? Vamos traduzir para o bom português!

Isso quer dizer que se você adicionar atenuação suficiente para limitar o nível de ruído para S-1 ou S-2, você ouvirá muito mais sinais que não eram audíveis anteriormente, pois o ruído estava mantendo o AGC alto desnecessariamente.

Melhor ainda, teste o que estou dizendo! Vá para as bandas de 80 ou 160 metros e use sua antena de transmissão. Agora, adicione 30dB ou mais de atenuação até deixar o medidor de sinais abaixo de S-2. Você vai descobrir que sua antena está funcionando muito melhor que você esperava.

Resumo

Ter sucesso nas competições e na caça de estações DX em HF nos exige tirar o máximo da nossa estação. Nada é mais importante do que obter o máximo desempenho do nosso receptor, afinal não é possível trabalhar uma estação que não foi ouvida! Nem mesmo o melhor e mais caro transceptor oferecido atualmente no mercado não tem um dynamic range capaz de lidar com todas as situações de ruído e níveis de sinais que nós encontramos entre 1,8 e 30 MHz. Portanto, nós temos que aprender a controlar o nível dos sinais que entram no receptor usando os recursos de atenuação e de pré-amplificação para manter os sinais dentro do dynamic range do seu receptor para obtermos o máximo desempenho disponível. Espero que, ao aprender como e porque usar os controles de ganho, você faça mais contatos DX e nas competições.

Propagação durante o Grayline

A densidade da Ionosfera, absorção, MUF e zona de silêncio mudam bastante a medida que a Terra gora em torno do seu próprio eixo. A região do globo exposta à luz do Sol muda cada 24 horas. Geralmente, as bandas altas permitem contatos durante o dia, enquanto as bandas altas baixas são melhores à noite. Entretanto, fenômenos interessantes ocorrem durante dois curtos intervalos nos quais há a transição entre DIA-NOITE e NOITE-DIA.

Os DXistas descobriram que durante as transições DIA-NOITE (anoitecer) e NOITE-DIA (amanhecer) há excelentes oportunidades para trabalhar DX raros. A região de penumbra mostrada no mapa abaixo é chamada de “grayline”.

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Durante os dois períodos diários de penumbra, a propagação em HF nas áreas dentro ou próximas do grayline podem mudar rapidamente pelas seguintes causas:

  • no nascer-do-sol (sunrise), o Sol começa a construir as camadas superiores da Ionosfera (Camadas F), mas ainda não teve tempo suficiente para formar as camadas inferiores E e D (que absorvem as ondas abaixo de 10MHz); e
  • no pôr-do-sol (sunset), o Sol tem um efeito reduzido nas camadas inferiores que provocam absorção em HF, enquanto boa parte das camadas superiores continuam presentes.

Há dois aspectos diferentes da propagação durante o grayline:

  • Fortalecimento do sinal durante Sunrise/Sunset: Nas bandas abaixo de 14MHz, a propagação é melhor no lado escuro do globo. A medida que a Terra gira, e o amanhecer se aproxima, os sinais emitidos pelas estações na linha do nascer-do-sol (grayline) terão seus sinais fortalecidos para as estações a oeste do lado escuro. Este aumento da intensidade do sinal repentina ocorre porque a ionização da camada F aumenta ao mesmo tempo que a camada D ainda não está formada, proporcionando ótimas condições para toda a região escura da Terra. Em 160m, este aumento da intensidade dos sinais durante o grayline é muito importante para realizar contatos com estações do lado escuro do globo. As estações que estão no cenário inverso – posicionadas no por-do-sol – também experimentam o mesmo fenômeno, porém muito menos evidente e usualmente não dura mais que 5-10 minutos.
  • Caminho da propagação durante o Grayline: Em adição ao aumento da intensidade dos sinais durante o grayline, mais um aspecto único que ocorrem apenas quando duas estações estão localizadas dentro ou próximas do seu grayline. Ou seja, uma estação está no amanhecer local e a outra estação está no anoitecer local. A medida que o Sol se põe ou nasce, a mudança repentina da ionização da atmosfera resulta em um gradiente na densidade de íons entre as altitudes alta e baixa – criando um condições ideais para que a camada F possa transportar sinais de HF de uma ponta a outra do grayline. Outras interações com a camada F podem resultar em refrações adicionais (saltos) até que as ondas de rádio encontrem outra região de penumbra que permitirá que as ondas sejam desviadas de volta para a superfície da Terra. Veja a figura abaixo ilustrando um contato entre VU4 e W5.

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Fonte: http://www.deltadx.net/ABCDx/Sections/Propagation.htm

Abaixo, um contato realizado entre PT7CB e VK4TXU em 40m às 1935z no qual ambas estações estavam dentro (VK4) ou próximas (PT7) do grayline:

Seminário online: Sendo Competitivo no CQ WPX CW 2011

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O DXBrasil realizou no dia 25 de maio 2011, um seminário online com dicas para quem deseja melhorar seu desempenho no WPX CW Contest 2011.

Para quem não pode participar, o seminário está disponível em PDF e você pode assistir à gravação do evento:

Nunca fiz um contest, como posso participar do WPX SSB?

Participe do WPX SSBSim!!! Você pode participar do CQ WPX SSB Contest que acontece neste fim de semana. Tudo que você precisa é de um papel, caneta, rádio, antena e um pouco de orientação para os primeiros passos.

Primeiro, o básico:

– Período do contest. O CQ WPX SSB 2011 começa às 0h UTC de sábado, que no horário brasileiro será 21h de sexta-feira; e terminará às 23:59 UTC de domingo, que será 9h da noite de domingo. Durante todo esse período de 48h você poderá fazer QSOs válidos para o contest.

– QSO válido. Um QSO para ser válido para o WPX deve ter os seguintes dados: data, horário UTC (horário do Brasil + 3h), Indicativo de chamada da estação contatada, reportagem de sinal (que é sempre 59), e os números sequenciais enviados e recebidos. Abaixo, você pode baixar um formulário de QSO para o WPX e fazer seu log a mão mesmo (você também pode usar o computador, mas aí fica mais complicado…)


Formulário de QSO para o CQ WPX SSB (30,0 KiB, 477 hits)  Formulário de QSO para o CQ WPX SSB


Agora, vamos fazer QSOs

Ok, agora vamos ver como realizar seus QSOs. Criamos um Fluxograma com todos os passos para realizar seus contatos. Abaixo da figura, você encontra um link para baixar esse fluxograma em PDF:

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Como fazer seus QSOs no CQ WPX SSB (56,4 KiB, 362 hits)  Como fazer seus QSOs no CQ WPX SSB


– Enviar seus QSOs para a organização do Contest. Este é um ponto chave para que sua participação seja reconhecida pelos organizadores do WPX. Eles pedem os dados dos QSOs (ou seja, seu log)sejam enviados por email no formato cabrillo. Se você tem um pouco de conhecimento de inglês, pode converter seu log para o formato correto usando um formulário online. No final do processo, a página criará seu log no formato Cabrillo e enviará para o seu email. De posso desse arquivo, envie para o endereço: ssb@cqwpx.com

Mas se estiver inseguro sobre como gerar seu log, podemos ajudá-lo a criar seu log. Entre em contato conosco pelo email dxbrasil@dxbrasil.net que teremos o maior prazer em ajudá-lo a criar seu log e participar do seu primeiro contest!

Fluxo Solar e a Propagação: Resposta Simples

Um visitante do site, perguntou qual é a influência do Fluxo Solar no DX e Contest. A resposta pode ser longa e técnica e há farto material assim na Internet, mas também pode ser simples e objetiva (e não se encontra com facilidade por aí). Então, vamos a resposta simples.

[stextbox id=”grey” float=”true” align=”right” width=”180″]Índice de Fluxo Solar (SFI): é a quantidade de radiação emitida pelo Sol em um determinado comprimento de onda (10,7cm). Então, o SFI é proporcional a quantidade de radiação (energia) o Sol está cuspindo em direção à Terra. Essa energia varia de acordo com as áreas ativas observadas da Terra como Manchas Solares (SNN).[/stextbox]

Bem, para manter simples, o SFI alto indica que a Ionosfera deve estar mais ativa e com melhor propagação. Quais são os efeitos do SFI alto nas bandas?

Na prática, a banda de 20m que geralmente só tem propagação diurna, com o SFI alto passa a apresentar bons sinais vindos da Europa e Estados Unidos até perto da meia-noite, e volta a abrir após o nascer do Sol.

Outra banda fortemente influenciada pelo SFI é 21MHz. Esta banda também é normalmente diurna, mas durante a noite pode apresentar aberturas consistentes para Ásia e Pacífico, além de proporcionar contatos mais próximos com os continentes Europeus e Norte Americanos.

Sem dúvida, a banda que mais sofre influência do Fluxo Solar é 10m. Esta banda pode ter aberturas totalmente inesperadas mesmo com uma pequena variação do SFI. Quando o Fluxo Solar está acima de 100, as aberturas em 10m podem ser globais.

Resumindo, as bandas altas permanecem mais tempo abertas e para regiões mais distantes quando o SFI está alto.

Com o crescimento da atividade solar, também tornam-se mais comuns as Tempestades Solares. Durante uma Tempestade Solar, o Sol emite um tipo de radiação muito forte que sobrecarrega a atmosfera terrestre, resultado em um Blackout (apagão) na propagação das ondas de rádio. Estas tempestades são mais comuns durante a subida do ciclo solar até chegar em seu pico – o pico do ciclo solar 24 está previsto para 2013.

Propagação Multpath: Durante o pico do Ciclo Solar, é comum relatos de “echo” quando escutamos alguns sinais em 10m (ou mesmo em 15m). Isso é o resultado da propagação multpath, ou seja o sinal está sendo ouvido tanto pelo caminho curto, quanto pelo caminho longo – dando a volta mais ao redor da Terra. Como as distâncias percorridas são diferentes, o sinal que percorreu a maior distância chega com atraso em relação ao sinal que percorreu o caminho mais curto.

Disco Virtual: 2Gb para guardar seus dados

dropboxSomos radioamadores, mas também usuários de computador – alias hoje em dia, quem não é?

Quase todo mundo já passou pela terrível dor de cabeça de perder todos os seus dados numa falha no HD. Eu passei por isso há algumas semanas e resolvi usar um disco virtual para guardar meus dados mais importantes. Entre todos os serviços que achei, o mais simples é o Dropbox.

Há algumas semanas estou usando o Dropbox, um serviço de armazenamento de dados gratuito que oferece inicialmente 2Gb de armazenamento. É muito simples de usar porque ele cria uma pasta no seu computador e tudo que você salvar nesta pasta é automaticamente copiado e armazenado no seu disco virtual através da Internet. Simples, seguro e eficiente!

Outra grande vantagem é que você terá acesso a todos os seu dados em qualquer lugar, basta ter acesso à Internet.

Você pode ganhar mais espaço se convidar seus amigos. Então, para fazer sua conta no Dropbox, use este link aqui – nós dois vamos ganhar 250MB adicionais!